sábado, 19 de novembro de 2011

Órfão

Aprendeu sozinho.
A vida lhe foi cruel.
Sem pai, sem mãe.
Órfão de amor, órfão do mundo!
Cresceu regredindo, varrido da vida ele foi, jogado no lixo ele foi!
Não tinha coração, pois sangue não tinha.
Sem sorrisos ou afeições, nem a morte o queria!
Vagando sem rumo, andando em círculos.
Seu "Deus" era os seus pés, os únicos que ainda o serviam! 
Órfão do mundo, órfão da vida!

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