sábado, 19 de novembro de 2011

Babilônia

Ao abrir a porta nada vi, mas tudo estava ali, na minha frente!
Das estrelas saiam erros que cometi, do céu avermelhado podiam se ver as lágrimas que um dia chorei, das flores que ainda restavam, ouvia os pedidos que não recitei.
Nem o tempo estava a meu favor.
Cada segundo soava como um século, os atos profanos que vivi, estavam tatuados em meu corpo, o luar que antes tanto encantava, já não estava tão belo.
Quem antes sentia sono, agora convive com a insônia.
E só então mi dei conta, que estava no caminho pra Babilônia!

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